[Tanto tango, tanto dolor] Ouça o que o silêncio diz

Só um rascunho, era isso que as coisas eram há alguns anos. Riscos e palavras soltas. Tantos por aí atravessados no meio do caminho, bem fariam se fossem pra casa lavar uma louça.

Hoje nós sabemos que ninguém está sozinho. Na verdade eu imagino o quão cheio deles tu estas, meu amigo. É meio bizarro saber que quanto menos tu pensas em ser “o cara” mais tu se torna “o cara”, e não, isso não é um clichê, é a realidade. Deixa pra outra hora, outro dia, outra vida. O carinha lá do Engenheiros já dizia que não dava nada ser irrelevante, se tudo o que importa agora não recebeu importância alguma tempos antes. E olhe só no que deu.

Bando de rascunhos em cima de uma mesa de bar, não fediam, não cheiravam. Todos os riscos permanecem iguais, só algumas letras que mudam. Sei que não há motivo para desespero, mas essa agonia está me engolindo! E eu venho aqui, aclamar por um final feliz.

Não existe um jeito certo, não esperarei um “gran finale”, eu só espero que a tua voz nunca se cale. Agora, sou eu quem dita os rascunhos, sem maiores pretensões.

Tchau amigo, seguiremos adiante!

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