“Eu vi um show dos Engenheiros.” Essa é a primeira coisa que vem à cabeça quando alguém pede para descrever o que presenciei nos dois shows de pré-estreia da turnê solo daquele que é a  “voz e alma” dos Engenheiros do Hawaii.rese

 

O local (Granfinos) onde aconteceu o show é bastante pequeno, quando cheguei  já estava completamente lotado, tomado por fãs de todas as idades e épocas, certamente até mesmo fãs que surgiram durante o Pouca Vogal ou mesmo fãs da Fresno/Esteban.A noite já começava com várias surpresas, encontrei velhos amigos de outros tempos, que a distância infelizmente consegue separar, todos bastante ansiosos, esperando para ver um show naquele que é o formato mais amado pelos fãs enghaw: um power trio.

O show começou pontualmente, às 23:30, ao som de música regional gaúcha(que também foi plano de fundo para os intervalos entre os dois BIS do show), subiram ao palco; Gessinger, Tavares e Bisgono. A partir daqui prefiro ser um pouco mais metódico e descrever o show através de algumas canções que estavam no setlist.

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Toda Forma de Poder/Banco: O show começou bem, com uma versão plugada do que o Pouca Vogal já vinha fazendo, com direito a um tímido, mas ótimo solo de guitarra e uma bateria possante que já nos fez entender a que veio Rafael Bisogno.

Freud Flinstone: Foi aqui que o novo guitarrista, Rodrigo Tavares, começou a calar a boca de alguns fãs que, por birra, gritavam o nome de Augusto Licks(guitarrista da formação clássica), sem motivo. Com certeza essa foi a melhor versão para essa música que veio da época de outro trio que também teimava em ser denominado Engenheiros do Hawaii: o Gessinger Trio.

O Sonho é Popular/Ando Só: A maior surpresa do show, Tavares cantou “O Sonho é Popular” enquanto HG fazia o backvocal, para mim foi o momento mais emocionante do show, era a realização do sonho de um amigo, um fã que estava no palco, cantando e tocando com nosso ídolo, representando que realmente o sonho PODE e DEVE ser popular. “Ando Só” respeitou sua versão original e ao mesmo tempo ganhou mais peso com a guitarra daquele que até pouco tempo era conhecido como “baixista da Fresno”, título que deve ser esquecido facilmente por qualquer um que assistir ao show dessa turnê.

Tchau Radar/Eu Que Não Amo Você: Mais uma vez é aberto espaço pro Tavares mostrar seu trabalho, dessa vez uma canção feita em parceria com Gessinger, que faz questão de anunciar isso antes da execução da mesma. “Eu Que Não Amo Você” superou minhas expectativas, vários solos de guitarra, que deixaram sem sal a versão original, que já era fenomenal.

De Fé: Já que essa resenha é para uma site voltado ao trabalho solo do Tavares (ESTEBAN), vou me tornando repetitivo(sem culpa), para dizer que mais uma vez Tavares divide os vocais com Gessinger, naquela que é a versão mais gaúcha dessa canção que também veio do Gessinger Trio.

Tudo Está Parado: Uma música inédita para uma letra já conhecida (gravada pelo Jota Quest), serviu para afirmar que a banda formada para essa turnê veio pra ficar, tudo impecável: baixo, guitarra e bateria, o pouco que se faz muito.

Após o show recebo uma mensagem, era o próprio Tavares, dando instruções para encontrá-lo, pouco foi comentado sobre o show além de “F***”, “IRADO” e “MUITO MASSA”, éramos apenas dois fãs brindando após a realização de um sonho, um na plateia, outro no palco, ambos apoiando aquele que nos ajudou quando apenas canções faziam sentido: Humberto Gessinger.

Assista alguns vídeos clicando AQUI.

Agradecimentos: Valdemar Barbosa

4 thoughts on “Resenha: shows de pré-estreia da turnê do Humberto Gessinger

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