Entrevista: Rafael Bisogno

Dessa vez, o entrevistado é Rafael Bisogno, o mais novo companheiro de banda do Tavares. Rafael toca com o Tavares no projeto Solo do Humberto Gessinger desde março desse ano.

A entrevista aconteceu em Fortaleza no dia 24 de maio. Confira:

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Como você começou a tocar bateria?

Comecei a tocar em 94. Meu irmão tocava bateria, e eu comecei a sentar ali e fazer um som com ele. E a partir  fui estudando e fazendo aula…

Quais tuas referencias musicas?

São o pessoal que eu via tocar. Os principais são as bandas que tinham na minha cidade. Santa Maria tinha uma cena de música própria muito forte nos anos 90, final dos anos 80 e 90 assim né. Então as referências são, a “Banda Fuga”, “Doce Veneno”, “Banda Bruxa”. Bandas que fazia um som la, foram minhas referências né!

Como tu foi convidado pra tocar com Humberto?

Fui convidado por ele  – risos.  Não, recebi um e-mail dele, que ele tinha entrado em contato com o Paulinho (que toca com o Tavares) e o Paulinho passou meu contato e eu ouvi várias histórias em relação a isso, então. Eu sei que ele me viu tocar e andou pesquisando, um dia a gente tocou junto até. Toco com o Prisca também, e ai os guris foram fazer lá como Trio Grande do Sul, em Porto Alegre, no Dhomba. E aí eu acho que ali foi a primeira vez q ele me viu tocar, assim.

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Qual tua relação com o Humberto, antes de começar a tocar e depois? Vocês tinham uma relação antes?

Não tinha. Musicalmente, pessoalmente, nem nada.

Como foi o processo de gravação do Insular? Tu já ouviu?
Bah, foi muito legal.  Já ouvi, na verdade eu fui o primeiro a gravar né, então as musicas que eu gravei, eram só  o metrônomo, o violão e a bateria.  Pra mim fazer parte daquele processo e agora com a música pronta, é muito interessante de vê que de uma pedra bruta, no que isso de transformou né.

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Os fãs dos Engenheiros  te aceitam bem como baterista?
Acredito que sim, até agora foi bem tranquilo. E eu sempre deixei bem claro  que em nenhum momento eu tento me comparar com ninguém, até porque minha onda musical é outra, eu toca música regional gaúcha. Então, não tem como não haver comparações, mas eu tento não me comprar. O que fiz foi escutar o repertório dos discos, escutei muito,  escrevi muita coisa, faço muitas viradas que são características de cada estilo, mas eu acredito que a aceitação tem sido bem boa, muito positiva.
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Qual tua relação com o Tavares como pessoa e como músico?

É bem o que ele fez. Então é… a gente começou a conviver mais em função do trabalho.  A gente tinha tocado junto umas 2, 3 vezes , tocado mesmo ali no Dhomba. E como vou explicar… Tavares é uma família gaúcha, “gautha”.

E pra finalizar, deixa uma dica de banda  que tu goste.

Olha posso indicar, o Prisca, Shana Muller, Erlon Péricles, e a turma que tá batalhando lá na música regional gaúcha, que a gente sempre vai pilhando, como se diz aqui. Ganhando uns passinhos aqui, conquistando um publico novo ali. Então esse é o pessoal que indico.

E ai? Gostaram?

Gostaríamos de agradecer ao Rafael e ao Tavares pela simpatia, atenção e pela disponibilidade.

Vocês podem acompanhar e ficar por dentro  das gravações, ensaios e relatos do disco e da turnê do Humberto Gessinger no seu blog!

 

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