Fã do mês – Especial 5 anos

Em comemoração aos cinco anos do EstebanBR, essa edição do “fã do mês” será especial. Você vai conhecer as histórias de 6 (sim, SEIS) fãs malucas, que dedicam seu tempo para fazer isso aqui funcionar. Se você acha que essas loucas são as que compõem o EstebanBR, está completamente certo! Sim, somos nós! E resolvemos contar pra vocês sobre a primeira vez que cada uma ficou frente a frente com o Tavares.

Para começar, conheça a história da Carol Bitencourt, nossa produtora audiovisual e quem normalmente cuida das nossas promoções. A Carol mora em Charqueadas, no Rio Grande do Sul e é estudante de Publicidade e Propaganda.Carol 2

“Quem leva para um festival de música uma baita caixa de MDF – pesada – dentro da bolsa? Quem compra uma alpargata sem nem saber o número que a pessoa calça? Eu.

Depois de carregar aquela caixa por mais de quatro horas, a entreguei para um cara, que entregaria para outro cara, que entregaria para o Tavares. E que enfim, se perderia por algum canto da Fiergs. Mas não. A caixa foi entregue – SALVE O RAFINHA DA ATLÂNTIDA!

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E foi então no último dia de abril de 2011 que eu conheci o meu pior ídolo.

Conversei com o pai dele, as irmãs, os caras da Atlântida; mas não com ele. A voz não saiu. A pele branqueou. Mas com a ajuda do Seu Palito, o tão esperando abraço aconteceu! E eu não conseguia acreditar que –OMG, O TAVARES DA FRESNO, O ESTEBAN- estava ali, agradecendo meu presente!

E a maior surpresa chegou dois dias depois: ele realmente tinha visto a bendita caixa!”

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A próxima história é a da Suzane Rodrigues, a supervisora do grupo. Ela é estudante de Administração e mora em Fortaleza, no Ceará. IMG_20140911_170605

Bem, ser fã do Tavares aconteceu meio que ao passar dos anos. No começo era porque ele era o cara que eu achava mais foda da Fresno (meados de 2007/2008). Em 2009 o conheci pessoalmente, e ele tinha acabado de lançar “Pianinho”. Eu, que já era apaixonada por “Sophia”, fiquei louca por “Pianinho”. Então pronto, não o larguei mais. Pesquisei sobre vida, gostos e acabei me deparando com fato de que o cara sempre foi fã de Engenheiros do Hawaii. Aí não tinha mais volta, virei fã numero 1.

Ver o primeiro show oficial do Esteban (2010 – Hey Ho – Fortaleza) foi uma emoção enorme. Além de cantar sucessos da Abril, Fresno e EngHaw, ainda embalou músicas “novas” do Esteban. Foi um show simplesmente inesquecível pra mim. Continuei acompanhando a carreira do Tavares e fiquei muito feliz quando ele começou a tocar com o Humberto. Era o sonho se realizando, e quando ídolo está feliz, o fã também fica. Vê-lo em cima do palco com o Humberto é sempre emocionante. Viajar pra Natal e Recife pra acompanhar shows foi a coisa mais louca que já fiz; participar da produção do ultimo show dele aqui na cidade também, mas valeu, tudo vale quando fazemos algo por quem gostamos. 

 Agradeço sempre por esse gosto musical ter me apresentado pessoas maravilhosas, amizades que levo ate hoje. Algumas já se foram com o tempo, mas essas agradeço também porque ficou o aprendizado, e experiências ótimas.

É isso, aí. O cara sempre surpreende, seja com músicas novas ou escrevendo textos; fazendo o que ele faz de melhor. Que ele continue surpreendendo cada vez mais. 

Pertinho da Suzane, também em Fortaleza, mora a Thaís Caetano, estudante de Publicidade e Propaganda, nossa administradora geral e social media. Thaís 2

Conheci o Tavares há pouco mais de cinco anos. Eu lembro que na época a Fresno ia se apresentar em um festival aqui no Ceará. Eu nem tinha dinheiro pra ir ao show. Participei de uma promoção na comunidade do festival no Orkut e acabei ganhando um ingresso pro show da Fresno, mas por força maior acabei nem indo.

Mas nesse meio tempo, stalkeando o Tavares (no meio da aula) vi que ele tuitou exatamente assim “Fortaleza, chego já”. Fiquei louca! Queria sair correndo daquela aula de matemática. Lembro que o meu professor me olhou e perguntou o que estava havendo (dava pra ver a minha cara de desespero – o Tavares aqui e eu nem ia ver ele. IMAGINEM). Daí ele perguntou o que eu iria fazer se ele me liberasse. Eu disse que iria ao aeroporto. E ele librou eu, uma amiga minha,  e ainda nos ensinou a saída secreta do colégio. Lembro que saí correndo pro aeroporto, no maior desespero do universo. Chegando lá, encontrei uma multidão de fãs da Fresno. Quanto mais tempo passava, mais lotava.

Quando vi o Tavares, a única coisa que fiz foi agarrar ele pelo braço (demorei uns 40 minutos pra largar, haha). Era MUITA gente ao mesmo tempo querendo falar com ele. Agarrada eu estava, e agarrada eu fiquei.  Ele falou que ia atender todo mundo, pediu calma e pediu pra todo mundo se dirigir até o estacionamento do aeroporto, pra não causar mais tumulto. Era TANTA gente que a galera acabou empurrando o Tavares pra grade do aeroporto, ou seja, também fui empurrada. Acabou que eu saí de lá feliz, com um autógrafo no braço (sim, já FUI louca) e voltei feliz também porque ele tinha falado do EstebanBR❤.Thaís

Foi aí onde tudo começou. Jamais imaginei o monte de amigos e momentos felizes que aquele carinha tatuado da Fresno poderia me proporcionar. Jamais imaginei os amigos, as loucuras, os gastos, as ansiedades. Jamais imaginei que tudo (e todos) fosse se tornar tão importante.   

Agora vamos sair do nordeste para o sudeste. A Paula Rafaela, redatora e administradora, mora em São Bernardo do Campo, em São Paulo e estuda Ciências e Humanidades.Paula

“Lembro-me que a primeira vez que o vi e me encantei foi no primeiro show da Fresno. Tietei, mas tudo que eu consegui naquele dia foi correr atrás da van. Foi em 2008, e eu tinha 14 anos. A primeira vez que pude conversar com ele, foi numa tarde de autógrafos da 89 FM. Tudo que eu pude dizer foi “oi”, e tirei uma foto horrível. Conheci o projeto do Esteban no mesmo ano, com “Visita”. E logo em 2009 entrei no EstebanBR. Ao longo dos 15, eu parei de tietagem e aprendi a vê-lo como ídolo, profissional e parceiro. Hoje, aos vinte, me orgulho toda vez que o vejo cantar, sinto prazer em fazer parte do fã site e da sua história. Aos quarenta, vou querer contar aos meus filhos o quão divertido é ter um fã clube e um ídolo para se espelhar.
Para ele, Rodrigo Tavares, desejo toda a felicidade do mundo, e prometo que eu e o EstebanBR estaremos sempre seu lado.”

O nome Iris Alves provavelmente quem é fã do Tavares já conhece. Ela é a nossa fotógrafa e já fez fotos incríveis dos shows do Esteban. Mais uma das futuras publicitárias da equipe, mora em Guarulhos, São Paulo.Iris

“A primeira vez que eu vi o Tavares foi no dia 18/09/2011, primeiro show da Fresno em Guarulhos. Vi uma fila se formando, mas não sabia o que era. Mesmo assim, entrei nela e acabei descobrindo que era para o camarim.

Um grupo, de umas cinco pessoas, estava na minha frente e deixou eu passar, porque queriam entrar juntos no camarim. Depois que passei por um portal, uma mulher disse “você deu muita sorte. Vai ser a última pessoa a entrar no camarim”. Entrei, falei com “os Fresnos” e mostrei minha camisa para o Tavares, que tinha um desenho dele tocando pianinho. O foda foi que um dia antes eu sonhei que ia iria conhecer eles. Encontrei ele várias vezes, e o cara é foda!“

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E no Rio de Janeiro, na capital, mora a Aline Janaue, estudante de Jornalismo, nossa redatora e editora.

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O meu primeiro encontro com o Tavares demorou bastante para acontecer. Virei fã dele, especificamente, em 2008. Eu era viciada no cd Redenção, da Fresno, e – acredite se quiser, já que boa parte das pessoas acha que baixo e guitarra são a mesma coisa –, eu me amarrava nas linhas de baixo. Além disso, era fascinada pela parte em que ele gritava em “Milonga”. Em 2009, conheci Esteban através de uns amigos do colégio. Não lembro qual foi a primeira música que ouvi, mas gostei o suficiente para procurar as outras músicas e acabei ficando viciada. Mas, para a minha tristeza tive que esperar até 2012 pra ver um show dele. O show foi em Duque da Caxias, bem longe de onde eu moro, mas assim que fiquei sabendo dele, a minha presença já era mais certa que a da banda. E bem, acabou que isso foi verdade, já que o Tavares tocou acompanhado apenas pelo Paulinho Goulart.

Os produtores do show fizeram uma promoção, onde as pessoas que criassem os melhores flyers do evento e divulgassem mais, ganhariam entrada vip no camarim. Tratei de inventar um, caprichado (porém nada espetacular) e postei bastante no Facebook e no Twitter. Quando anunciaram os vencedores, meu nome não estava lá. Fiquei desesperada, triste, achando que ia ter que ver só de longe mesmo. Mas logo depois o produtor veio falar comigo que eu também tinha sido escolhida, só que ele esqueceu de anunciar meu nome. Aí fiquei transbordando felicidade e contando as horas pro show, que foi um misto de emoções pra mim.

A entrada no camarim foi em grupo. Eu estava com a minha câmera pendurada no pescoço. Deixei ligada, com o flash levantado, tudo pronto pra pedir uma foto. Mas quando entrei e o vi, não soube muito bem como reagir. Ele foi super simpático e estava de ótimo humor. Mas eu não consegui falar quase nada. A câmera continuou no pescoço e eu meio que paralisei. Então, só tirei a foto em grupo porque tinha um fotógrafo lá pra isso. Fiquei me sentindo meio idiota, mas mesmo assim foi uma felicidade só. Um pouco depois, entrei pro EstebanBR e conheci ótimas pessoas. Ainda não tem muitos shows por aqui, mas tenho esperança que um dia isso mude.Aline

Bom, é isso! Assim vocês acabam nos conhecendo um pouquinho mais. Mês que vem a edição do fã do mês volta ao normal, então nós podemos contar a SUA história! Mande um e-mail para fadomesestebanbr@gmail.com com seu nome, idade, cidade, link para as redes sociais, e um texto contando tudo! Ou então, nos procure nos shows do Esteban, estamos sempre dispostos a ouvir novas histórias. :)